Mulemba Re arranca com 13 accionistas e seguradoras ficam com 80% do capital
São 12 seguradoras, agrupadas em diferentes níveis de participação, a que se junta o Fundo Soberano. O capital social são 15 mil milhões Kz, para aumentar a curto e médio prazo, e foram propostos Carlos Duarte para PCA e Paulo Bracons para PCE. Pode estar oficialmente a operar já no próximo mês.
Foi constituída formalmente, em cartório notarial na quarta--feira à tarde, a Mulemba Re, a primeira resseguradora nacional, culminando um processo que se iniciou há cerca de de 15 anos, quando ainda era Aguinaldo Jaime que estava à frente da ARSEG. Teve vários formatos, diversos objectivos, alguns nomes, prazos de constituição e acabou por se arrastar durante anos até ao passado 22 de Abril.
A Mulemba Re arranca com um capital social de 15 mil milhões Kz, valor mínimo exigido por lei, mas como os envolvidos disseram ao Expansão que este valor é para aumentar a curto e médio prazo, depois de ser aprovada pela ARSEG em Maio, o que se tratará de um acto meramente administrativo uma vez que o regulador esteve envolvido no processo de constituição. São accionistas da Mulemba Re doze seguradoras instaladas em Angola, que ficam com 80% do capital e o Fundo Soberano com 20% (ver quadro).
Destas seguradoras, as cinco fundadoras - EN SA, Nossa, Fortaleza, BIC Seguros e Fidelidade - com uma percentagem aproximada de 9,33%, três seguradoras - Sanlan Allianz, Viva Seguros e Mundial - com uma percentagem de cerca de 6,7%, e quatro seguradoras - Unisaúde, Aliança Seguros, STAS e Tranquilidade - com uma percentagem de 3,35%.
Refira-se que estas seguradoras fazem a quase totalidade das vendas de seguros no País, pelo que estamos a falar que abrange quase todo o sector. Todos os documentos da Mulemba Re e a proposta de administradores vão seguir agora para...











