Qualificar a política para credibilizar as instituições

Qualificar a política para credibilizar as instituições

Sobe cada vez mais a pressão, por denúncias públicas, sobre determinadas figuras do Executivo, do Legislativo e do Judiciário ligadas a desvios ou ligadas a negócios milionários obscuros. Para este imaginário, assim entende a razão elementar do cidadão, são os verdadeiros responsáveis pela situação caótica actual dos desequilíbrios económicos. Os afortunados, culpados pelo sofrimento do povo.

As denúncias na imprensa, verbais ou documentais, sobre actos praticados por figuras ligadas aos três poderes sobem de tom e há elementos de substancia que, não sendo bastantes, suficientes para que elas, em nome do interesse público, da boa imagem dos poderes e do País, deveriam colocar os cargos à disposição, por conta própria, até que tudo fosse colocado em pratos limpos.

Esta pressão pública, demasiado pesada, é fruto de uma cidadania crítica e da consciência de que as coisas devem melhorar para que possamos viver melhor.

Mas, tudo isso nada abona ao actual momento quando se questiona a capacidade do Executivo em levar a cabo a luta contra a corrupção, e quando o País precisa de se recuperar da sangria que sofreu, nos últimos quinze anos, para fortalecer a imagem interna e externa, e o esforço do presidente João Lourenço para corrigir o que está mal e construir uma Angola nova. (...)

(Leia o artigo integral na edição 534 do Expansão, de sexta-feira, dia 26 de Julho de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

Partilhar no Facebook

Comentários

Destaques

ios Play Store Windows Store
 
×

Pesquise no i