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"Estamos numa sociedade em que o conceito de justiça não é muito conhecido"
Uma conversa sobre política, justiça social e sistema judicial, e a forma como estes temas centrais em qualquer sociedade se interligam com a economia, o processo de diversificação e a necessidade de imaginar um futuro diferente para os jovens e as novas gerações de angolanos.Edição 855 do Expansão, sexta-feira, dia 05 de Dezembro de 2025
Os "milagres" do INE
Fica o alerta: a política económica feita com base numa folha de Excell não resultou em parte nenhuma do mundo e também não vai dar em Angola.Edição 855 do Expansão, sexta-feira, dia 05 de Dezembro de 2025
"A Europa despertou e vai querer recuperar o tempo perdido"
Responsável máximo pela agência que concentra o investimento no País, refere que este tem crescido nos últimos cinco anos, que existe capacidade de poupança interna e que está a ser aplicada na economia. Arlindo Rangel reconhece debilidades no ambiente de negócios, mas alerta que, mais importante, é mudar a mentalidade das pessoas que estão nas instituições.
Falta de senso no Censo
Para confirmar que já ultrapassámos os 36 milhões de habitantes e que estamos a crescer a mais de 1 milhão de cidadãos/ano, um gasto de 300 milhões USD é um valor exagerado. Acho eu... O que também nos incomoda, aos que, na verdade, se preocupam com o País, é a forma como este Censo foi apresentado.Edição 854 do Expansão, sexta-feira, dia 28 de Novembro de 2025
"O nosso mercado, como um todo, ainda não tem muita profundidade"
Assumiu a presidência da Comissão Executiva da BODIVA em Março, e entende que não deveria recusar "aquilo que foi não só um voto de confiança, mas uma oportunidade de continuar a contribuir para o mercado de capitais". Diz que é preciso separar as águas e puxa dos galões do alto do seu vasto curriculo para mostrar que chegou ao cargo máximo da bolsa pela sua competência, "casa" onde entrou em 2014, ainda antes de o seu pai, João Lourenço, chegar ao poder.
Tolerância e inclusão
Angola tem tudo a ganhar com uma geração de cidadãos equilibrados, que sabem ouvir e sabem argumentar sem ofender, que têm mais ideias para o País que não seja apenas o confronto. Temos de ser mais inclusivos, aprender a admitir que não temos sempre razão, que os outros também nos podem ajudar a resolver os nossos problemas, que a felicidade não é individual mas colectiva, e que objectivamente.Edição 852 do Expansão, dia 14 de Novembrode 2025.
50 Anos de Independência
O momento é agora da geração que já nasceu na Angola Independente. Com mais ou menos dificuldades estão a entrar e a solidificar a sua posição nos lugares de decisão, com os valores que fomos capazes de lhes transmitir e com as convicções que são próprias do seu crescimento num mundo que é completamente diferente de tempos passados.
"O mercado segurador tem espaço para crescer, mas não a qualquer custo"
Armando Mota enalteceu as alterações que se têm verificado nos últimos anos no sector, sobretudo ao nível do papel do regulador, a ARSEG. "O papel do regulador é fundamental. Há uma diferença abismal entre o que era o regulador há 15 anos e o de hoje, que tem mais conhecimento, que nos ouve e procura o bem do mercado", disse.
Resseguradora Nacional é um passo de soberania
Filomena Manjata considera que a Resseguradora Nacional, que está em vias de arrancar, alterará a geografia do risco angolano, reduzindo a dependência externa, e funcionará como um laboratório de inovação técnica, desenvolvendo tratados de resseguro a nível local. Acompanhe o discurso de abertura do X Fórum Seguros do Expansão.
MESA REDONDA: O impacto da Resseguradora Nacional no mercado dos seguros
Seis responsáveis de topo de seguradoras nacionais debateram sobre o impacto da resseguradora nacional no mercado dos seguros. Todos defendem que a sua criação será fundamental para dinamizar o sector. Acompanhe a mesa-redonda do X FÓRUM SEGUROS do Expansão.
"A Europa despertou e vai querer recuperar o tempo perdido"
Responsável máximo pela agência que concentra o investimento no País, refere que este tem crescido nos últimos cinco anos, que existe capacidade de poupança interna e que está a ser aplicada na economia. Arlindo Rangel reconhece debilidades no ambiente de negócios, mas alerta que, mais importante, é mudar a mentalidade das pessoas que estão nas instituições.
Falta de senso no Censo
Para confirmar que já ultrapassámos os 36 milhões de habitantes e que estamos a crescer a mais de 1 milhão de cidadãos/ano, um gasto de 300 milhões USD é um valor exagerado. Acho eu... O que também nos incomoda, aos que, na verdade, se preocupam com o País, é a forma como este Censo foi apresentado.Edição 854 do Expansão, sexta-feira, dia 28 de Novembro de 2025
"O nosso mercado, como um todo, ainda não tem muita profundidade"
Assumiu a presidência da Comissão Executiva da BODIVA em Março, e entende que não deveria recusar "aquilo que foi não só um voto de confiança, mas uma oportunidade de continuar a contribuir para o mercado de capitais". Diz que é preciso separar as águas e puxa dos galões do alto do seu vasto curriculo para mostrar que chegou ao cargo máximo da bolsa pela sua competência, "casa" onde entrou em 2014, ainda antes de o seu pai, João Lourenço, chegar ao poder.
Tolerância e inclusão
Angola tem tudo a ganhar com uma geração de cidadãos equilibrados, que sabem ouvir e sabem argumentar sem ofender, que têm mais ideias para o País que não seja apenas o confronto. Temos de ser mais inclusivos, aprender a admitir que não temos sempre razão, que os outros também nos podem ajudar a resolver os nossos problemas, que a felicidade não é individual mas colectiva, e que objectivamente.Edição 852 do Expansão, dia 14 de Novembrode 2025.
50 Anos de Independência
O momento é agora da geração que já nasceu na Angola Independente. Com mais ou menos dificuldades estão a entrar e a solidificar a sua posição nos lugares de decisão, com os valores que fomos capazes de lhes transmitir e com as convicções que são próprias do seu crescimento num mundo que é completamente diferente de tempos passados.
"O mercado segurador tem espaço para crescer, mas não a qualquer custo"
Armando Mota enalteceu as alterações que se têm verificado nos últimos anos no sector, sobretudo ao nível do papel do regulador, a ARSEG. "O papel do regulador é fundamental. Há uma diferença abismal entre o que era o regulador há 15 anos e o de hoje, que tem mais conhecimento, que nos ouve e procura o bem do mercado", disse.
Resseguradora Nacional é um passo de soberania
Filomena Manjata considera que a Resseguradora Nacional, que está em vias de arrancar, alterará a geografia do risco angolano, reduzindo a dependência externa, e funcionará como um laboratório de inovação técnica, desenvolvendo tratados de resseguro a nível local. Acompanhe o discurso de abertura do X Fórum Seguros do Expansão.
MESA REDONDA: O impacto da Resseguradora Nacional no mercado dos seguros
Seis responsáveis de topo de seguradoras nacionais debateram sobre o impacto da resseguradora nacional no mercado dos seguros. Todos defendem que a sua criação será fundamental para dinamizar o sector. Acompanhe a mesa-redonda do X FÓRUM SEGUROS do Expansão.
Infografias
Cimeira África-EU
Outra questão fundamental é ter objectivos precisos, quantificados, para esta cimeira e implantar depois um mecanismo de controlo para os confrontar com os resultados alcançados. Por exemplo, devia haver um pronunciamento público sobre o que foi conseguido com a realização em Luanda da cimeira com EUA, com resultados concretos, sem uma conversa generalista, que na verdade desresponsabiliza os intervenientes, passa uma ideia que é apenas isso , sem aplicação prática, e acaba sempre com a conclusão que todos já conhecem : "Foi um enorme sucesso". Mas como é que isso impactou a vida dos angolanos? Pois, ninguém sabe muito bem...Edição 853, de 22 de Novembro de 2025
O Raio-X aos últimos sete anos da contratação pública angolana
O fosso entre os ajustes directos e outros procedimentos de contratação pública tem aumentado significativamente todos os anos nos números e valores dos contratos. O facto dos contratos por ajuste directo por critério material não limitarem valores envolvidos agrava a situação devido à realização de obras de engenharia que vêm já com financiamento das denominadas linhas de crédito.
Vendas de carros novos dispararam 47% para 6.982 em 2023
Nos últimos oito anos foram vendidos menos carros do que em todo o ano de 2014, aquele que foi o melhor exercício do sector. Há três anos que a venda de carros novos dos parceiros da ACETRO tem estado a crescer, mas os números deverão ser superiores, já que não foram contabilizadas marcas como a chinesa Jetour.
País já investiu 20 mil milhões USD mas um terço da capacidade de produção ainda é térmica
O sector da energia é estratégico e o Executivo prevê gastar cerca de 1.000 milhões USD por ano até 2028 para aumentar a disponibilidade de energia eléctrica e apostar na exportação para os países vizinhos. Este tem sido o sector que mais beneficiou de investimento público nos últimos anos, maioritariamente financiado por linhas de crédito estrangeiras.
O malparado da banca voltou a subir em Junho deste ano para 14,5%
No pico do malparado em Angola, em Junho de 2019, o sector bancário tinha o equivalente a 5.000 milhões USD em crédito vencido. Esse valor baixou para 2.026 milhões USD um ano depois, em Junho de 2020, quando a Recredit ficou com a carteira de malparado do maior banco público, o BPC.
Crescimento em baixa e inflação em alta abre portas à estagflação
As perspectivas para o resto do ano não são nada animadoras. Para cumprir os valores inscritos no OGE, a produção petrolífera teria de crescer 223,5 mil barris por dia face à média diária dos meses de Julho e Agosto. Com baixo crescimento, alta inflação e desemprego, o fantasma da estagflação volta a pairar sobre o País.
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Deputados querem fim de suspensão de regalias já a partir de 2026
Comércio e Petróleo já só valem 36,6% do PIB
Foto da Semana
Opinião
EDITORIAL
João Armando
África adiada
Também é impossível inverter este quadro se os líderes africanos enriquecem de forma exponencial, sem qualquer explicação e depois exportam essas riquezas para os países ocidentais. Se estes não dão o exemplo investindo nos seus territórios, porque é que os europeus, americanos, chineses e árabes nos hão-de emprestar dinheiro com taxas simpáticas?
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Miguel Cardoso
Rentabilidade no sector do turismo
CONVIDADA
Marta Bickel
O aumento da idade da reforma
MILAGRE OU MIRAGEM?
Fernandes Wanda
As verdades incómodas do Censo 2024: Terra, habitação e juventude em risco
CONVIDADO
Mário Nascimento
Os lucros da banca estão "em contraciclo" com o resto da economia angolana?
IDEIAS & VISÕES
Norberto Carlos
Os desafios de Angola nos próximos anos
MILAGRE OU MIRAGEM?
Fernandes Wanda
Fome aumenta em Angola e contrasta com ganhos estatísticos da agricultura
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