Empresas angolanas ficam com menos de 3% dos contratos de serviços das petrolíferas

Empresas angolanas ficam com menos de 3% dos contratos de serviços das petrolíferas
Foto: Quintiliano dos Santos

As duas associações angolanas de empresas de Conteúdo Local tem registadas mais de 232 empresas, responsáveis por mais de 16.500 empregos. Empresários falam das vantagens da Lei e da necessidade de criação de métricas e metas alcançáveis que permitam ao País reter o maior valor possível dos contratos.

As empresas de capital integralmente angolano apenas ficaram apenas com 3% do valor dos contratos de aquisição de bens e serviços das petrolíferas que exploram campos petrolíferos no País, de acordo com dados da Associação de Empresas Autóctones Angolanas de Prestação de Serviços à indústria petrolífera angolana (ASSEA).

Nos últimos 25 anos, a média de gastos anuais das petrolíferas com a contratação de bens e serviços rondou os 10 mil milhões de USD, e deste valor mais de 90% não ficou no país já que estas aquisições foram feitas a empresas estrangeiras. Contas feitas, apenas 300 milhões USD ficaram, em média, para empresas 100% angolanas, enquanto 700 ficaram para joint ventures entre companhias angolanas e estrangeiras. Valores que as empresas nacionais querem ver aumentar com a nova lei do Conteúdo Local publicada no final do ano passado.

As 232 sociedades comerciais angolanas e de direito angolano que actualmente prestam serviços à indústria petrolífera do Pais estão agrupadas em duas associações: a Associação das empresas contratadas da indústria petrolífera angolana (AECIPA) e a ASSEA.

(Leia o artigo integral na edição 627 do Expansão, de sexta-feira, dia 04 de Junho de 2021, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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