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XI FÓRUM SEGUROS
VI F. ENERGIA E AMBIENTE
Angola
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EXPANSÃO - Página Inicial
Em Destaque
Bancos compraram 10 mil milhões USD em divisas, mas oferta continua aquém da procura
Apesar do aumento da oferta, as divisas continuam longe de cobrir as necessidades de importação, assegurando apenas metade da factura mensal de bens e serviços. O sector petrolífero mantém-se como principal fonte de dólares, apesar da quebra nas vendas, enquanto o Tesouro acelera as colocações e faz regressar o "fantasma" de 2022, quando inundou o mercado de divisas, antes deixar o kwanza à mercê da desvalorização.
Empresas & Mercados
Principais Notícias
Últimas Notícias
Agricultura pesa 23% no PIB, mas continua sem protecção dos seguros
O seguro agrícola continua com uma expressão residual. Com apenas 78 milhões Kz de prémios e uma sinistralidade de 290,8%, as seguradoras enfrentam dificuldades para desenvolver o negócio, enquanto milhares de produtores permanecem expostos aos riscos da actividade.
Empresas & Mercados
"Desconcentrar o mercado segurador não é apenas redistribuir quota"
Multimedia
Centenas de milhões autorizados e apenas três ruas reabertas na Nova Vida
Angola
IA de fronteira | A janela está a fechar
A Inflação até ao 3.º Trimestre de 2026
Estado usa dívida de 9 milhões USD de obra concluída para obter empréstimo de 105 milhões
Cadeia de frio serve de ensaio à futura Plataforma Logística da Caála
O projecto custou 2,5 milhões USD, financiados em duas partes: 1,5 milhões do Banco Mundial e um milhão do Estado, através da ARCCLA. O Grupo António Mosquito vai pagar uma taxa inferior a 5% deduzida do valor da tonelada armazenada. Um valor simbólico para dinamizar a cadeia de frio
Angola
Produção petrolífera estagna, mas receitas fiscais sobem 1.200 milhões USD à boleia dos preços
A estagnação da produção levou Angola a exportar menos crude, mas a subida dos preços internacionais compensou a quebra. O desempenho ficou aquém das expectativas do Executivo, com a produção diária 21,4 mil barris abaixo dos 1,050 milhões previstos no OGE, reflectindo o declínio dos campos maduros e a falta de novas descobertas, num contexto em que o petróleo continua a sustentar mais de metade das receitas tributárias.
Economia
Mundo
África tem de se preparar para ciberameaças em larga escala impulsionadas pela IA
A inteligência artificial é "como a Fórmula 1 à noite, talvez sem travões nos carros", afirmou o co-fundador da Anthropic, Jack Clark, depois de a directora geral do FMI comparar o desenvolvimento da IA à Fórmula 1
Tanzânia quer fechar acordo de gás natural de 42 mil milhões USD após falhar primeira data
A descoberta faz parte das reservas totais de gás natural liquefeito do país, estimadas em 57,5 biliões de pés cúbicos, as sextas maiores de África. Governo falhou primeira meta para fechar acordo em Junho.
África: FMI melhora crescimento de exportadores de petróleo
Apesar de rever em alta o crescimento global, as perspectivas a médio prazo "continuam fracas em comparação com os padrões históricos e desiguais entre países", reflectindo, em parte, diferentes graus de preparação para a inteligência artificial e a robustez do mix energético", refere o FMI.
Secções secundárias
29
OUT
INSOLVÊNCIA E RESOLUÇÃO BANCÁRIA
Wilson Neves lança livro para o sector bancário
25
OUT
quinta edição
FESTIPUB 2026 distingue talentos e agências da indústria criativa dos PALOP
Weekend
"Queremos que a nossa música chegue além-fronteiras, mas não investimos"
Lifestyle
"Em Angola ainda existe teatro porque não se pode matar a cultura e a arte"
Lifestyle
"O reggae é um estilo que tem muito a ver com África, a pobreza, a justiça e a igualdade"
Grande Entrevista
"Precisamos que a agricultura venha ter connosco, que ganhe tracção, ganhe velocidade"
Hélder Caetano considera que a indústria alimentar no País está a bom ritmo apesar do condicionamento de matéria-prima nacional. Defende a aproximação dos empresários à banca para melhorar a relação de financiamento e olha para o sistema tributário como um filtro para as empresas e para o mercado.
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Subsídios aos combustíveis disparam para 4,2 mil milhões USD este ano
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Poucas oportunidades e concorrência desleal mancham lei do Conteúdo Local
Foto da Semana
Opinião
EDITORIAL
João Armando
Quatro Horas
Para o ano, deixo apenas uma sugestão: publiquem as quatro horas em livro e ofereçam-nos 40 minutos de Presidente, com um discurso excelente como aquele que João Lourenço fez este ano na Assembleia das Nações Unidas.
CONVIDADO
Wilson Afonso
Do fisco ao crédito | Pode a conformidade fiscal abrir o financiamento às PMEs angolanas?
CONVIDADO
Francisco Xavier Pedro
Quem controla a nuvem? Infra-estrutura, dados e soberania digital na África Subsaariana
MILAGRE OU MIRAGEM ?
Fernandes Wanda
O desafio não é apenas financiar, mas transformar
CONVIDADO
Afonso Pedro
O apuramento indirecto de rendimentos de despachantes oficiais | Uma nota técnica
CONVIDADO
Silvestre Manjolo
Factoring | Quando a factura pode valer mais do que o crédito
MILAGRE OU MIRAGEM ?
Fernandes Wanda
O problema foi o financiamento chinês ou a forma como Angola o usou?
Multimédia
"Desconcentrar o mercado segurador não é apenas redistribuir quota"
A redução da elevada concentração do mercado segurador angolano deve ser acompanhada por um reforço rigoroso dos critérios técnicos e operacionais, sob pena de comprometer a sustentabilidade e a solvência dos operadores. A advertência foi lançada esta sexta-feira por Henda Mondlane Silva, presidente da Associação de Actuários de Angola (AAAT), durante a sua intervenção no XI Fórum Seguros do Expansão, intitulada "Reduzir a Concentração do Mercado: O Aumento da Sinistralidade Pressiona a Rentabilidade". Assista ao vídeo na íntegra: Acompanhe a análise completa da presidente da AAAT sobre os desafios da rentabilidade e da sinistralidade no setor.
"Um mercado de seguros para além das grandes empresas"
O verdadeiro desafio do sector segurador em Angola não passa por segurar mais os mesmos riscos, mas sim por alargar a cobertura e a protecção às Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME), aos indivíduos e às famílias. A posição foi defendida esta quinta-feira por Jorge Jay Manuel, presidente da secção angolana da Associação Internacional de Direito dos Seguros (AIDA Angola), durante a sua intervenção no XI Fórum Seguros do Expansão. Acompanhe a análise completa sobre "Um Mercado de Seguros para Além das Grandes Empresas".
"Dados e tecnologia transformam a supervisão e o negócio segurador", Frederico Fragoso
A transformação digital, a utilização de inteligência artificial e o cruzamento de dados com os registos públicos constituem caminhos cruciais para acelerar a inclusão financeira, melhorar a fiscalização dos seguros obrigatórios e proteger a rentabilidade das companhias operantes no mercado angolano, defendeu senior manager da EY Angola. Frederico Fragoso falava durante a sua intervenção no XI Fórum Seguros do Expansão, onde abordou as oportunidades e os desafios trazidos pela tecnologia à supervisão e à transformação do negócio segurador. Acompanhe a análise completa.
"Uma das funções dos impostos é a redistribuição da riqueza", José Leiria
O secretário de Estado para os Assuntos Tributários, José Leiria, procedeu à abertura oficial do XI Fórum Seguros do Expansão, ocasião em que destacou o papel da política fiscal na redistribuição da riqueza e a importância da articulação entre os diferentes intervenientes para o desenvolvimento do setor segurador.
Quatro Horas
Prometi a mim próprio que este ano não iria escrever sobre o Discurso sobre o Estado da Nação. Até porque, no ano passado, já tinha confessado publicamente a minha vontade de viver naquele País maravilhoso que nos foi apresentado. Depois do que ouvi este ano, essa vontade transformou-se quase numa obsessão. Continuo sem saber exactamente onde fica esse País, que estradas lá vão dar ou se é necessário visto de entrada, mas estou cada vez mais entusiasmado. Parece ser um lugar extraordinário, onde tudo cresce, tudo melhora, tudo avança e os problemas, quando existem, estão sempre em vias de resolução. Um verdadeiro paraíso estatístico. Só tenho pena de continuar a viver neste outro.
Opulência
Há quem insista que o desenvolvimento de um país se mede pela qualidade de vida dos cidadãos. Uma ideia ultrapassada, certamente inventada por quem nunca assistiu à inauguração de um edifício monumental em Luanda. Falta água, falta luz, os transportes não funcionam, os salários não chegam para as despesas, os hospitais têm dificuldades e as escolas sobrevivem como podem. Mas, em compensação, temos edifícios magníficos. É uma espécie de política de compensação estética: já que não conseguimos melhorar a vida das pessoas, pelo menos melhoramos a paisagem
"O INE teve situações em que a sua independência estava comprometida. Hoje é diferente"
A sua entrada no INE trouxe alterações profundas aos relatórios, que hoje espelham um país muito diferente, com melhorias substanciais no quadro macroeconómico. Isso vale-lhe muitas críticas já que especialistas dizem que afinal a diversificação económica estava nas folhas de excel do INE. Refuta as acusações e convida os críticos a apresentarem os seus números.
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BFA na SIBOS: a representar Angola nos principais debates sobre o Futuro da Banca global
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