Crise obriga empresas a escolher entre pagar salários ou outras obrigações

Crise obriga empresas a escolher entre pagar salários ou outras obrigações
Foto: César Magalhães

Inspecção Geral de Trabalho (IGT) detectou 6.784 infracções laborais em 2.044 visitas inspectivas às empresas entre Janeiro e Março. O maior número de infracções está relacionada com a falta de pagamentos à Segurança Social com 727 infracções. Comércio lidera com 3.281 infracções.

Entre Janeiro e Março deste ano, foram registadas 6.784 infracções pela Inspecção Geral do Trabalho, mais 74% que as 3.896 verificadas no mesmo período de 2020, ainda antes da chegada da pandemia da Covid-19 ao País.

A crise financeira, reforçada com o surgimento da pandemia da Covid-19, está a impedir muitas empresas de honrar os seus compromissos obrigando-as muitas vezes a ter que escolher entre pagar salários aos trabalhadores ou cumprir com outras das suas obrigações, o que fez disparar as infracções detectadas pela Inspecção Geral do Trabalho no I trimestre de 2021, admite o inspector-geral adjunto da IGT Mário Tavira.

O incumprimento das empresas no pagamento da Segurança Social dos trabalhadores continua a liderar a lista das irregularidades, com 727 infracções cometidas. Uma irregularidade sancionada com multa num montante de três vezes superior ao volume salarial médio mensal da empresa.

(Leia o artigo integral na edição 628 do Expansão, de sexta-feira, dia 11 de Junho de 2021, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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