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Comunicação errada
De forma errada promete-se tudo, soluções milagrosas, projectos maravilhosos, riqueza e bem-estar para todos, o que na prática não acontece. E depois vem a conversa de que foi um sucesso, mesmo que os objectivos não tenham sido cumpridos, porque agora há um novo projecto que vai mesmo resolver.
"É necessário que as pessoas que lideram Angola pensem primeiro no País"
No rescaldo do lançamento do livro "Desistir não é opção", Pedro Godinho fala do seu trajecto empresarial, da forma como vê a governação do País, apontando os erros e as virtudes de quem lidera. E aponta caminhos para o futuro.
África adiada
Também é impossível inverter este quadro se os líderes africanos enriquecem de forma exponencial, sem qualquer explicação e depois exportam essas riquezas para os países ocidentais. Se estes não dão o exemplo investindo nos seus territórios, porque é que os europeus, americanos, chineses e árabes nos hão-de emprestar dinheiro com taxas simpáticas?Edição 856 do Expansão, sexta-feira, dia 12 de Dezembro de 2025
"Estamos numa sociedade em que o conceito de justiça não é muito conhecido"
Uma conversa sobre política, justiça social e sistema judicial, e a forma como estes temas centrais em qualquer sociedade se interligam com a economia, o processo de diversificação e a necessidade de imaginar um futuro diferente para os jovens e as novas gerações de angolanos.Edição 855 do Expansão, sexta-feira, dia 05 de Dezembro de 2025
Os "milagres" do INE
Fica o alerta: a política económica feita com base numa folha de Excell não resultou em parte nenhuma do mundo e também não vai dar em Angola.Edição 855 do Expansão, sexta-feira, dia 05 de Dezembro de 2025
"A Europa despertou e vai querer recuperar o tempo perdido"
Responsável máximo pela agência que concentra o investimento no País, refere que este tem crescido nos últimos cinco anos, que existe capacidade de poupança interna e que está a ser aplicada na economia. Arlindo Rangel reconhece debilidades no ambiente de negócios, mas alerta que, mais importante, é mudar a mentalidade das pessoas que estão nas instituições.
Falta de senso no Censo
Para confirmar que já ultrapassámos os 36 milhões de habitantes e que estamos a crescer a mais de 1 milhão de cidadãos/ano, um gasto de 300 milhões USD é um valor exagerado. Acho eu... O que também nos incomoda, aos que, na verdade, se preocupam com o País, é a forma como este Censo foi apresentado.Edição 854 do Expansão, sexta-feira, dia 28 de Novembro de 2025
"O nosso mercado, como um todo, ainda não tem muita profundidade"
Assumiu a presidência da Comissão Executiva da BODIVA em Março, e entende que não deveria recusar "aquilo que foi não só um voto de confiança, mas uma oportunidade de continuar a contribuir para o mercado de capitais". Diz que é preciso separar as águas e puxa dos galões do alto do seu vasto curriculo para mostrar que chegou ao cargo máximo da bolsa pela sua competência, "casa" onde entrou em 2014, ainda antes de o seu pai, João Lourenço, chegar ao poder.
Tolerância e inclusão
Angola tem tudo a ganhar com uma geração de cidadãos equilibrados, que sabem ouvir e sabem argumentar sem ofender, que têm mais ideias para o País que não seja apenas o confronto. Temos de ser mais inclusivos, aprender a admitir que não temos sempre razão, que os outros também nos podem ajudar a resolver os nossos problemas, que a felicidade não é individual mas colectiva, e que objectivamente.Edição 852 do Expansão, dia 14 de Novembrode 2025.
50 Anos de Independência
O momento é agora da geração que já nasceu na Angola Independente. Com mais ou menos dificuldades estão a entrar e a solidificar a sua posição nos lugares de decisão, com os valores que fomos capazes de lhes transmitir e com as convicções que são próprias do seu crescimento num mundo que é completamente diferente de tempos passados.
África adiada
Também é impossível inverter este quadro se os líderes africanos enriquecem de forma exponencial, sem qualquer explicação e depois exportam essas riquezas para os países ocidentais. Se estes não dão o exemplo investindo nos seus territórios, porque é que os europeus, americanos, chineses e árabes nos hão-de emprestar dinheiro com taxas simpáticas?Edição 856 do Expansão, sexta-feira, dia 12 de Dezembro de 2025
"Estamos numa sociedade em que o conceito de justiça não é muito conhecido"
Uma conversa sobre política, justiça social e sistema judicial, e a forma como estes temas centrais em qualquer sociedade se interligam com a economia, o processo de diversificação e a necessidade de imaginar um futuro diferente para os jovens e as novas gerações de angolanos.Edição 855 do Expansão, sexta-feira, dia 05 de Dezembro de 2025
Os "milagres" do INE
Fica o alerta: a política económica feita com base numa folha de Excell não resultou em parte nenhuma do mundo e também não vai dar em Angola.Edição 855 do Expansão, sexta-feira, dia 05 de Dezembro de 2025
"A Europa despertou e vai querer recuperar o tempo perdido"
Responsável máximo pela agência que concentra o investimento no País, refere que este tem crescido nos últimos cinco anos, que existe capacidade de poupança interna e que está a ser aplicada na economia. Arlindo Rangel reconhece debilidades no ambiente de negócios, mas alerta que, mais importante, é mudar a mentalidade das pessoas que estão nas instituições.
Falta de senso no Censo
Para confirmar que já ultrapassámos os 36 milhões de habitantes e que estamos a crescer a mais de 1 milhão de cidadãos/ano, um gasto de 300 milhões USD é um valor exagerado. Acho eu... O que também nos incomoda, aos que, na verdade, se preocupam com o País, é a forma como este Censo foi apresentado.Edição 854 do Expansão, sexta-feira, dia 28 de Novembro de 2025
"O nosso mercado, como um todo, ainda não tem muita profundidade"
Assumiu a presidência da Comissão Executiva da BODIVA em Março, e entende que não deveria recusar "aquilo que foi não só um voto de confiança, mas uma oportunidade de continuar a contribuir para o mercado de capitais". Diz que é preciso separar as águas e puxa dos galões do alto do seu vasto curriculo para mostrar que chegou ao cargo máximo da bolsa pela sua competência, "casa" onde entrou em 2014, ainda antes de o seu pai, João Lourenço, chegar ao poder.
Tolerância e inclusão
Angola tem tudo a ganhar com uma geração de cidadãos equilibrados, que sabem ouvir e sabem argumentar sem ofender, que têm mais ideias para o País que não seja apenas o confronto. Temos de ser mais inclusivos, aprender a admitir que não temos sempre razão, que os outros também nos podem ajudar a resolver os nossos problemas, que a felicidade não é individual mas colectiva, e que objectivamente.Edição 852 do Expansão, dia 14 de Novembrode 2025.
50 Anos de Independência
O momento é agora da geração que já nasceu na Angola Independente. Com mais ou menos dificuldades estão a entrar e a solidificar a sua posição nos lugares de decisão, com os valores que fomos capazes de lhes transmitir e com as convicções que são próprias do seu crescimento num mundo que é completamente diferente de tempos passados.
Infografias
Cimeira África-EU
Outra questão fundamental é ter objectivos precisos, quantificados, para esta cimeira e implantar depois um mecanismo de controlo para os confrontar com os resultados alcançados. Por exemplo, devia haver um pronunciamento público sobre o que foi conseguido com a realização em Luanda da cimeira com EUA, com resultados concretos, sem uma conversa generalista, que na verdade desresponsabiliza os intervenientes, passa uma ideia que é apenas isso , sem aplicação prática, e acaba sempre com a conclusão que todos já conhecem : "Foi um enorme sucesso". Mas como é que isso impactou a vida dos angolanos? Pois, ninguém sabe muito bem...Edição 853, de 22 de Novembro de 2025
O Raio-X aos últimos sete anos da contratação pública angolana
O fosso entre os ajustes directos e outros procedimentos de contratação pública tem aumentado significativamente todos os anos nos números e valores dos contratos. O facto dos contratos por ajuste directo por critério material não limitarem valores envolvidos agrava a situação devido à realização de obras de engenharia que vêm já com financiamento das denominadas linhas de crédito.
Vendas de carros novos dispararam 47% para 6.982 em 2023
Nos últimos oito anos foram vendidos menos carros do que em todo o ano de 2014, aquele que foi o melhor exercício do sector. Há três anos que a venda de carros novos dos parceiros da ACETRO tem estado a crescer, mas os números deverão ser superiores, já que não foram contabilizadas marcas como a chinesa Jetour.
País já investiu 20 mil milhões USD mas um terço da capacidade de produção ainda é térmica
O sector da energia é estratégico e o Executivo prevê gastar cerca de 1.000 milhões USD por ano até 2028 para aumentar a disponibilidade de energia eléctrica e apostar na exportação para os países vizinhos. Este tem sido o sector que mais beneficiou de investimento público nos últimos anos, maioritariamente financiado por linhas de crédito estrangeiras.
O malparado da banca voltou a subir em Junho deste ano para 14,5%
No pico do malparado em Angola, em Junho de 2019, o sector bancário tinha o equivalente a 5.000 milhões USD em crédito vencido. Esse valor baixou para 2.026 milhões USD um ano depois, em Junho de 2020, quando a Recredit ficou com a carteira de malparado do maior banco público, o BPC.
Crescimento em baixa e inflação em alta abre portas à estagflação
As perspectivas para o resto do ano não são nada animadoras. Para cumprir os valores inscritos no OGE, a produção petrolífera teria de crescer 223,5 mil barris por dia face à média diária dos meses de Julho e Agosto. Com baixo crescimento, alta inflação e desemprego, o fantasma da estagflação volta a pairar sobre o País.
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Soluções e medidas urgentes para o crescimento da economia em 2026
Foto da Semana
Opinião
ED
João Armando
Notícias do Reino (XII)
As outras famílias que também ambicionam viver no castelo vão-se movimentando em redor do poder, capitalizando os disparates da governação, mas com pouca estratégia, também com as suas "guerras" internas, e com muito "pouco peito" para baterem à porta de cara destapada. Na verdade, as mordomias que já recebem do reino parecem suficientes para se irem mantendo mais calmas e tranquilas.
CONVIDADO
Francisco Xavier Pedro
ANGOLA - O teatro do PIB | Campanha económica, manobras táticas e decisões estratégicas (2018–2025)
MILAGRE OU MIRAGEM?
Fernandes Wanda
Juventude quer trabalhar, economia não responde
CHANCELA DO CINVESTEC
Heitor Carvalho
Algumas considerações sobre o OGE de 2026 (parte 1)
CONVIDADO
Nuno Mansilha
Infraestruturas em Angola Prioridades, desafios e oportunidades
CONVIDADO
João Machado
Crescimento económico Capital humano, produtividade e emprego
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Naiole Cohen
O caminho é para a frente
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