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O negócio da cultura
Temos de olhar para esta actividade com uma perspectiva de geração de riqueza, e não com aquela visão antiga do subsídio para manter a dependência dos artistas agarrada a uma trela.Edição 860 de 23 de Jeiro de 2026
Fotogaleria: Estradas do Nova Vida
A Urbanização Nova Vida, construída no âmbito dos programas habitacionais do Estado no pós-guerra, alberga dezenas de milhares de residentes e é considerada uma das zonas residenciais estruturantes de Luanda. A degradação progressiva das vias, sistemas de drenagem e infra-estruturas básicas têm sido recorrentes nos últimos anos, agravada por falhas de manutenção e pelo aumento do tráfego rodoviário. Mais de dois anos depois da autorização do despacho presidencial n.º 278/23 de 21 de Novembro que autorizou uma despesa de 259,5 milhões USD para empreitada de reabilitação das infraestruturas gerais da Urbanização, PR volta a autorizar a contratação de um financiamento no valor de 208,4 milhões de euros para as obras no Nova Vida.
Notícias do Reino (XII)
As outras famílias que também ambicionam viver no castelo vão-se movimentando em redor do poder, capitalizando os disparates da governação, mas com pouca estratégia, também com as suas "guerras" internas, e com muito "pouco peito" para baterem à porta de cara destapada. Na verdade, as mordomias que já recebem do reino parecem suficientes para se irem mantendo mais calmas e tranquilas.
"O artista só é lembrado quando vai servir alguma questão política"
Com histórias marcadas por desafios que os artistas angolanos enfrentam no mundo da arte, Kayaya Júnior tem uma carreira demais de 30 anos. São dificuldades num contexto de grandes desafios estruturais, políticas pública desfavoráveis para a classe que muitas vezes colocam o artista numa condição de pedinte. O actor, produtor, radialista e apresentador de televisão defende que o artista não deve ser lembrado apenas quando há um interesse político.
Comunicação errada
De forma errada promete-se tudo, soluções milagrosas, projectos maravilhosos, riqueza e bem-estar para todos, o que na prática não acontece. E depois vem a conversa de que foi um sucesso, mesmo que os objectivos não tenham sido cumpridos, porque agora há um novo projecto que vai mesmo resolver.
"É necessário que as pessoas que lideram Angola pensem primeiro no País"
No rescaldo do lançamento do livro "Desistir não é opção", Pedro Godinho fala do seu trajecto empresarial, da forma como vê a governação do País, apontando os erros e as virtudes de quem lidera. E aponta caminhos para o futuro.
África adiada
Também é impossível inverter este quadro se os líderes africanos enriquecem de forma exponencial, sem qualquer explicação e depois exportam essas riquezas para os países ocidentais. Se estes não dão o exemplo investindo nos seus territórios, porque é que os europeus, americanos, chineses e árabes nos hão-de emprestar dinheiro com taxas simpáticas?Edição 856 do Expansão, sexta-feira, dia 12 de Dezembro de 2025
"Estamos numa sociedade em que o conceito de justiça não é muito conhecido"
Uma conversa sobre política, justiça social e sistema judicial, e a forma como estes temas centrais em qualquer sociedade se interligam com a economia, o processo de diversificação e a necessidade de imaginar um futuro diferente para os jovens e as novas gerações de angolanos.Edição 855 do Expansão, sexta-feira, dia 05 de Dezembro de 2025
Os "milagres" do INE
Fica o alerta: a política económica feita com base numa folha de Excell não resultou em parte nenhuma do mundo e também não vai dar em Angola.Edição 855 do Expansão, sexta-feira, dia 05 de Dezembro de 2025
"A Europa despertou e vai querer recuperar o tempo perdido"
Responsável máximo pela agência que concentra o investimento no País, refere que este tem crescido nos últimos cinco anos, que existe capacidade de poupança interna e que está a ser aplicada na economia. Arlindo Rangel reconhece debilidades no ambiente de negócios, mas alerta que, mais importante, é mudar a mentalidade das pessoas que estão nas instituições.
Notícias do Reino (XII)
As outras famílias que também ambicionam viver no castelo vão-se movimentando em redor do poder, capitalizando os disparates da governação, mas com pouca estratégia, também com as suas "guerras" internas, e com muito "pouco peito" para baterem à porta de cara destapada. Na verdade, as mordomias que já recebem do reino parecem suficientes para se irem mantendo mais calmas e tranquilas.
"O artista só é lembrado quando vai servir alguma questão política"
Com histórias marcadas por desafios que os artistas angolanos enfrentam no mundo da arte, Kayaya Júnior tem uma carreira demais de 30 anos. São dificuldades num contexto de grandes desafios estruturais, políticas pública desfavoráveis para a classe que muitas vezes colocam o artista numa condição de pedinte. O actor, produtor, radialista e apresentador de televisão defende que o artista não deve ser lembrado apenas quando há um interesse político.
Comunicação errada
De forma errada promete-se tudo, soluções milagrosas, projectos maravilhosos, riqueza e bem-estar para todos, o que na prática não acontece. E depois vem a conversa de que foi um sucesso, mesmo que os objectivos não tenham sido cumpridos, porque agora há um novo projecto que vai mesmo resolver.
"É necessário que as pessoas que lideram Angola pensem primeiro no País"
No rescaldo do lançamento do livro "Desistir não é opção", Pedro Godinho fala do seu trajecto empresarial, da forma como vê a governação do País, apontando os erros e as virtudes de quem lidera. E aponta caminhos para o futuro.
África adiada
Também é impossível inverter este quadro se os líderes africanos enriquecem de forma exponencial, sem qualquer explicação e depois exportam essas riquezas para os países ocidentais. Se estes não dão o exemplo investindo nos seus territórios, porque é que os europeus, americanos, chineses e árabes nos hão-de emprestar dinheiro com taxas simpáticas?Edição 856 do Expansão, sexta-feira, dia 12 de Dezembro de 2025
"Estamos numa sociedade em que o conceito de justiça não é muito conhecido"
Uma conversa sobre política, justiça social e sistema judicial, e a forma como estes temas centrais em qualquer sociedade se interligam com a economia, o processo de diversificação e a necessidade de imaginar um futuro diferente para os jovens e as novas gerações de angolanos.Edição 855 do Expansão, sexta-feira, dia 05 de Dezembro de 2025
Os "milagres" do INE
Fica o alerta: a política económica feita com base numa folha de Excell não resultou em parte nenhuma do mundo e também não vai dar em Angola.Edição 855 do Expansão, sexta-feira, dia 05 de Dezembro de 2025
"A Europa despertou e vai querer recuperar o tempo perdido"
Responsável máximo pela agência que concentra o investimento no País, refere que este tem crescido nos últimos cinco anos, que existe capacidade de poupança interna e que está a ser aplicada na economia. Arlindo Rangel reconhece debilidades no ambiente de negócios, mas alerta que, mais importante, é mudar a mentalidade das pessoas que estão nas instituições.
Infografias
Cimeira África-EU
Outra questão fundamental é ter objectivos precisos, quantificados, para esta cimeira e implantar depois um mecanismo de controlo para os confrontar com os resultados alcançados. Por exemplo, devia haver um pronunciamento público sobre o que foi conseguido com a realização em Luanda da cimeira com EUA, com resultados concretos, sem uma conversa generalista, que na verdade desresponsabiliza os intervenientes, passa uma ideia que é apenas isso , sem aplicação prática, e acaba sempre com a conclusão que todos já conhecem : "Foi um enorme sucesso". Mas como é que isso impactou a vida dos angolanos? Pois, ninguém sabe muito bem...Edição 853, de 22 de Novembro de 2025
O Raio-X aos últimos sete anos da contratação pública angolana
O fosso entre os ajustes directos e outros procedimentos de contratação pública tem aumentado significativamente todos os anos nos números e valores dos contratos. O facto dos contratos por ajuste directo por critério material não limitarem valores envolvidos agrava a situação devido à realização de obras de engenharia que vêm já com financiamento das denominadas linhas de crédito.
Vendas de carros novos dispararam 47% para 6.982 em 2023
Nos últimos oito anos foram vendidos menos carros do que em todo o ano de 2014, aquele que foi o melhor exercício do sector. Há três anos que a venda de carros novos dos parceiros da ACETRO tem estado a crescer, mas os números deverão ser superiores, já que não foram contabilizadas marcas como a chinesa Jetour.
País já investiu 20 mil milhões USD mas um terço da capacidade de produção ainda é térmica
O sector da energia é estratégico e o Executivo prevê gastar cerca de 1.000 milhões USD por ano até 2028 para aumentar a disponibilidade de energia eléctrica e apostar na exportação para os países vizinhos. Este tem sido o sector que mais beneficiou de investimento público nos últimos anos, maioritariamente financiado por linhas de crédito estrangeiras.
O malparado da banca voltou a subir em Junho deste ano para 14,5%
No pico do malparado em Angola, em Junho de 2019, o sector bancário tinha o equivalente a 5.000 milhões USD em crédito vencido. Esse valor baixou para 2.026 milhões USD um ano depois, em Junho de 2020, quando a Recredit ficou com a carteira de malparado do maior banco público, o BPC.
Crescimento em baixa e inflação em alta abre portas à estagflação
As perspectivas para o resto do ano não são nada animadoras. Para cumprir os valores inscritos no OGE, a produção petrolífera teria de crescer 223,5 mil barris por dia face à média diária dos meses de Julho e Agosto. Com baixo crescimento, alta inflação e desemprego, o fantasma da estagflação volta a pairar sobre o País.
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EUA avançam com Acordo-Quadro sobre Minerais Críticos e colocam Angola no radar estratégico
Foto da Semana
@Manuel Tomás
Opinião
EDITORIAL
João Armando
Prioridades
É em alturas como esta que todos precisamos de instituições fortes, que os governantes assumem um papel fundamental, que podem mostrar de que forma querem ficar na História - multimilionários apenas, ou reconhecidos como figuras de inegável valor para o futuro do País.
Convidado
Henrique Sassova
Infraestruturas públicas | O motor oculto do crescimento económico sustentável em Angola
ABC DA INSOLVÊNCIA
Rui de Carvalho Afonso
A suspensão das execuções, uma protecção do devedor
Convidado
Erickson Bernardo
Educação financeira como política pública: o elo perdido da estabilidade
IDEIAS & VISÕES
Norberto Carlos
A arte de não fazer nada
Chancela do Cinvistec
Agostinho Mateus
A Conta Externa Angolana | Dependência petrolífera persistente e diversificação adiada
Convidado
António Rafael
Factura electrónica em Angola. Um instrumento de conformidade fiscal
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