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Defendida potenciação da rede hoteleira para desenvolvimento do turismo

Huambo

O empresário Faustino Tchandja Tchenhe defendeu esta segunda-feira que o desenvolvimento do sector do turismo na província do Huambo exige a criação de uma rede hoteleira cada vez mais forte e capaz para satisfazer as necessidades das diferentes classes de turistas nacionais e estrangeiros, proporcionando novas oportunidades de negócios aos investidores, de acordo as potencialidades naturais e culturais locais.

Entrevistado pela Angop, o empreendedor adiantou que o desenvolvimento harmonioso deste importante sector passa também pela promoção de espectáculos culturais, a fim de se divulgar cada vez mais a potencialidade turística da região, quer aos artistas como ao público interessado.

Argumentou que os espectáculos culturais, sobretudo os de âmbito nacional e internacional, atraem muitos espectadores, muitos dos quais "admiradores da cultura de um povo e da natureza em si, razão pela qual se diz necessário unir o ramo da hoteleira ao da cultura".

Caso se confirme tal aliança, acrescentou Faustino Tchandja Tchenhe, o turismo na província do Huambo se desenvolverá de forma mais célere e passará a ter um papel mais activo na arrecadação de receitas para o Orçamento Geral do Estado.

"Nesta perspectiva, será necessário construir edifícios hoteleiros mais modernos e apostar permanentemente na capacitação dos quadros, com vista a oferecer serviços de qualidade, além de se melhorar os transportes e infra-estruturas rodoviárias, sobretudo os que dão acesso aos locais turísticos".

O empresário referiu que deste modo poder-se-ia gerar mais postos de trabalho, com vista a impulsionar o processo de diversificação da economia nacional.

Sublinhou que o governo deve continuar a desempenhar o seu papel de executar políticas públicas para o fomento deste sector, criando condições básicas relacionadas com a cedência de parcelas de terra e redução da burocracia administrativa, bem como integrar cada vez mais o sector privado na exploração dos locais turísticos, uma vez que este sector constitue o motor da economia de qualquer país.

Citou a título de exemplo o Dubai e a República da Namíbia, onde o turismo, que está a ser desenvolvido pelo empresariado privado, constituiu um dos principais pilares da economia.

Faustino Tchandja Tchenhe fez lembrar que da estrutura arquitectónica da cidade do Huambo, o largo Doutor António Agostinho Neto é uma referência da província, pois que atrai igualmente turistas de diversas nacionalidades.

Entre os principais pontos turístico, apontou o Morro do Moco, o ponto mais alto do país e uma das Sete Maravilhas de Angola; a Ilha dos Amores; o Monte Halavala; a Ilha do Cuile; as Figuras Rupestres de Caninguili; as mupas do rio Luvulu II e do rio Cutato; a nascente do rio Cubango; a albufeira do Cuando; o túmulo do mítico caçador Wambo Calunga; o Monte Ombanjela; o Aproveitamento hidro-eléctrico do Gove; a estação meteorológica do Fety e as Pedras Nganda e Cawe, assim como o campo de Tiro nas imediações da capela da Nossa Senhora do Monte.

O empresário, que investe no ramo da hotelaria e turismo, construção civil, indústria e prestação de serviços, mencionou ainda a escola Teófilo Duarte, as missões do Dôndi e Vavayela, a lagoa dos Pinheiros, as Águas Quentes e Frias, a pedra Candumbo e o património histórico-cultural do Reino do Mbalundu, como outras atracções turísticas da província do planalto central.

Angop/Expansão

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