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Angola

Figuras da política internacional entre os observadores internacionais

Eleições 2022

Para as quartas eleições gerais 2022, que se realizam amanhã, a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) cadastrou 1.300 observadores nacionais e internacionais, o que representa uma redução de 7% se comparado com os 1.400 observadores cadastrados nas eleições de 2017.

Fazem parte das comissões de observadores internacionais às eleições gerais deste ano a União Europeia (UE), Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), União Africana, Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e Centro Carter dos EUA.

Entre as figuras, que representam as missões de observadores, está o ex-presidente da República de Moçambique, Joaquim Chissano, também esteve presente nas eleições gerais de 2017, e que apelou aos eleitores a votarem de acordo com o que está estabelecido na lei eleitoral e aos partidos políticos concorrentes que, "quem perder deve aceitar os resultados eleitorais, mesmo que não concorde, e esperar por uma outra oportunidade".

Jorge Carlos Fonseca, ex-presidente da República de Cabo Verde entre 2011 e 2021, também é outra figura que integra a lista de observadores internacionais como chefe da Missão de Observação Eleitoral da CPLP.

Carlos César, presidente do Partido Socialista de Portugal também integra um grupo de observadores internacionais e espera que estas eleições sejam mais um passo na consolidação da democracia, porque Angola é um País muito importante na definição política do continente e do espaço africano.

Também estão como observadores em Luanda o ex-presidente da Tanzânia, Jakaya Kikwete, o secretário-geral da Internacional Socialista, Luís Ayala, e os políticos portugueses Paulo Portas e José Luís Arnaut.

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