Mobilidade urbana continua a ser um problema por resolver

Mobilidade urbana continua a ser um problema por resolver
Foto: Lídia Onde

Deficiente oferta de transportes públicos, buracos nas estradas, enchentes nas paragens de táxis e autocarros colectivos, número reduzido de paragens para embarque e desembarque de passageiros, são imagens antigas de Luanda, que 445 depois da sua fundação, a mobilidade urbana continua a ser um problema por resolver.

Aliás, passamos, vários programas e planos "repetentes" são implementados desde 2001 , ano em que o Estado permitiu a entrada de operadores privados no serviço de transportes públicos colectivos, para reforçar a capacidade de mobilidade na Capital, mas até ao momento, o dilema continua. Comboios e catamarãs foram pensados e implementados, mas o problema dos engarrafamentos continuam nas principais avenidas da cidade velha, principalmente em horário de ponta (das 06H00 as 08H30 e das 15H00 as 18H30). O ministério dos Transportes em coordenação com o governo da província de Luanda, e os ministérios do Interior, Finanças, Obras Públicas e Ordenamento do Território, bem como as administrações municipais, criaram uma comissão técnica na passada quinta-feira (14) para a implementação do plano de medidas de curto prazo para a melhoria da mobilidade urbana. O secretário do Estado para os Transportes Terrestres, Jorge Bengue, que coordenou o encontro, admitiu que a situação é preocupante tendo em conta a elevada densidade populacional que alberga. O governante apontou as infra-estruturas rodoviárias, como pedonais para travessia de peões, buracos nalgumas vias, falta de fiscalização rodoviária e ferroviária, como sendo problemas que contribuem para as enchentes nas paragens e circulação deficitária.

(Leia o artigo integral na edição 608 do Expansão, de sexta-feira, dia 22 de Janeiro de 2021, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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