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Grupo Liz investe 50,3 milhões Kz no Centro de Óptica

ESTABELECIMENTO ENTROU EM FUNCIONAMENTO EM AGOSTO

Em entrevista ao Expansão, a gestora do centro, Elisabeth Pereira, disse esperar que até ao final do primeiro semestre de 2016 o estabelecimento venha a facturar perto de 37,6 milhões Kz.

Cerca de 50,3 milhões Kz (400 mil USD) foram investidos pelo grupo Liz na abertura do seu centro de óptica, localizado na Avenida Brasil, em Luanda, que criou dez novos empregos para angolanos e indianos. Em entrevista ao Expansão, a gestora do centro, Elisabeth Pereira, disse esperar que até ao final do primeiro semestre de 2016 o estabelecimento venha a facturar perto de 37,6 milhões Kz (300 mil USD).

Fez saber que as consultas de oftalmologia e optometria no estabelecimento custam, cada uma, 3.500 Kz, sendo que os preços das armações dos óculos variam entre 4 mil Kz e 60 mil Kz. Entretanto, precisou, os preços das lentes dependem da graduação de cada paciente, que resultará da avaliação médica. "Estamos a tentar acompanhar os passos de outras empresas e definir um preço universal", explicou.

Elisabeth Pereira disse que a Liz Óptica espera receber mais de 100 pacientes por dia, acrescentando que, até ao momento, foram já atendidas 65 pessoas e que receberam a visita de 50 outras. "Nós recebemos os nossos pacientes a qualquer hora e fizemos a entrega das lentes no mesmo dia", frisou. Segundo a gestora, a Óptica surge no seguimento do plano de expansão do grupo Liz em Angola, que, além dos novos empreendimentos, pretende também levar a cabo acções de responsabilidade social que, como disse, visam dar aos mais necessitados a possibilidade de conhecerem o seu estado de visão.

"Queremos chegar até às aldeias para dar consulta com um preço acessível, e pretendemos espalhar o centro pelas 18 províncias", sublinhou. Adiantou que a expansão do centro pelo País é um projecto que está ser analisado e que será implementado tão logo seja aprovado.

A abertura do centro estava prevista para Maio último, mas, de acordo com Elizabeth Pereira, não foi possível devido à crise dos dólares. "Tivemos problemas em trazer os aparelhos para Angola. Quando fizemos a encomenda, o País ainda não tinha estes problemas de dólares. A dor de cabeça foi no momento da entrada", explicou.

Em Angola desde 2004, o grupo Liz presta serviços de manutenção a empresas e tem estado envolvido também em acções de filantropia.

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