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Início da produção na refinaria de Cabinda pode voltar a ser adiado

Agendado para o primeiro semestre de 2022

A primeira data anunciada foi o final deste ano, depois transferida para o final do primeiro trimestre de 2022, sendo que há um ano foi esticada até ao final de Junho do próximo ano. Mas não deverá ser cumprida

O prazo de entrada em funcionamento da refinaria de Cabinda deverá ser novamente adiado, depois de se conhecer o estado em que se encontra a construção dos módulos da unidade industrial em Houston (EUA). Só deverão estar em Angola no início de Maio e 60 dias, é um prazo demasiado curto para montar, testar e pôr em funcionamento esta unidade que vai processar 30.000 barris/dia na primeira fase. De acordo com o que o Expansão apurou, as obras das infraestruturas que vão receber e apoiar a unidade industrial também estão atrasadas relativamente ao que era o plano inicial. A acontecer, será a terceira vez que o prazo de execução é adiado.

A história dos custos e dos prazos da refinaria de Cabinda começa na altura em que foi entregue à Gemcorp por ajuste directo, dois dias depois da rescisão do contrato com a United Shine, "na sequência do incumprimento das acções acordadas e da não garantia, de forma efectiva, incondicional e concreta". Tal como o Expansão escreveu na altura, foi dito que o projecto teria um custo de 320 milhões de dólares e não haveria qualquer alteração nos prazos que estavam no concurso internacional, iniciado em 2017 e finalizado a 22 de Janeiro de 2019 com a assinatura do contrato com a United Shine.

(Leia o artigo integral na edição 654 do Expansão, de sexta-feira, dia 10 de Dezembro de 2021, em papel ou versão digital com pagamento em kwanzas. Saiba mais aqui)

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