Profissão de risco
Há profissões perigosas. Mineiros, bombeiros, mergulhadores, pilotos de testes. E depois há os contabilistas angolanos. Estes últimos talvez mereçam, finalmente, um decreto presidencial que os inclua na lista oficial das profissões de risco. Não por causa de explosões, incêndios ou ataques de tubarões, mas porque todos os meses enfrentam um adversário muito mais imprevisível, o portal da AGT