Águia do Sul dobra facturação desde o início da pandemia
Foi criada em 2017 para gerir resíduos hospitalares e prestar serviços de limpeza empresarial, mas o negócio cresceu durante a pandemia. Em Luanda, ganharam contratos para tratar o lixo de várias unidades de saúde, ao mesmo tempo que aumentaram a presença na província do Namibe
A Águia do Sul, empresa com sede em Luanda, especializada no tratamento e gestão de resíduos hospitalares, viu a sua carteira de clientes aumentar em 50% para 35 contratos e, apesar de não revelar os dados exactos, confirma que dobrou a facturação.
Fundada por Evelin Marques, cidadã brasileira, e o angolano Luís Morais, é a primeira voca[1]cionada para a gestão e tratamento de lixo hospitalar na capital do País. De acordo com Luís Morais, o crescimento "deve-se muito mais à forma de pensar das pessoas, ou seja, passaram a valorizar mais o que a empresa faz aumentando, consequentemente, o nível de aceitação. E isso, por si só, melhorou muito o volume de contratos por causa da sensibilidade das pessoas a ambientes limpos neste novo normal".
"A covid-19 veio, de um modo positivo, aumentar a consciência das empresas e das pessoas a olharem para o lixo invisível (microrganismos que causam doenças) e não só para o que é visível", acrescenta Evelin Marques.
(Leia o artigo integral na edição 644 do Expansão, de sexta-feira, dia 01 de Outubro 2021, em papel ou versão digital com pagamento em kwanzas. Saiba mais aqui)










