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África

A propósito da zona de comércio livre em África: 4 meses em vigor, mas com pouco avanços

Opinião convidado

No dia 25 de Maio, saudámos mais uma efeméride do continente africano, e por ser verdade, afigura-se factível analisar racionalmente e de forma muito cuidada os grandes desafios do continente berço, e, sem dúvida alguma, a componente económica não é uma excepção.

Para o efeito, importa aqui realçar que a Zona de Comércio Livre em África não é um tema novo, já tem sido discutido desde os anos pretéritos, mas apenas no dia 1 de Janeiro de 2021, entrou em vigor a Zona de Comércio Livre em África, com o objectivo de dinamizar a economia do continente, bem como tirar milhões de pessoas da pobreza até 2035, numa altura em que a economia do continente africano ainda está na sua fase embrionária.

Todavia, a Zona de Comércio Livre em África veio trazer uma esperança aos povos africanos. Criada nos moldes do Liberalismo Económico, que é uma corrente teórica que surge com base no Idealismo do final da Primeira Guerra Mundial, e que prega que o comércio tem de ser livre, a Zona de Comércio Livre em África veio para emancipar a economia que há muito andava estagnada, dificultando o desenvolvimento do continente. Ademais, no dia 1 de Janeiro testemunhou-se uma ligação económica dos países africanos, cujas análises dos estudiosos das várias áreas do saber coincidiam em que pode trazer vantagens, por um lado e por outro lado desafios.

*Especialista em Relações Internacionais

(Leia o artigo integral na edição 626 do Expansão, de sexta-feira, dia 28 de Maio de 2021, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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