Especial Mundial 2026: FIFA vai receber 11 mil milhões USD, um recorde em competições de futebol
O Mundial de 2026 promete ser o mais lucrativo. As estimativas apontam para receitas directas próximas dos 11 mil milhões USD para a FIFA, praticamente o dobro do que a organização arrecadava há pouco mais de uma década. O impacto económico nos três países anfitriões é estimado em 41 mil milhões USD.
A análise da estrutura das receitas mostra que a FIFA continua dependente da venda dos direitos televisivos e de media, que deverão gerar cerca de 4,3 mil milhões USD, correspondendo a 39,4% do total. Isto significa que quase quatro em cada dez dólares arrecadados pelo organismo chegam através das transmissões para televisões e plataformas digitais espalhadas pelo mundo.
A FIFA divide os direitos em diferentes categorias e mercados. Nos países considerados estratégicos, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha ou Brasil, a negociação é feita directamente com os grandes grupos de comunicação social. Noutros casos, os direitos são vendidos através de pacotes regionais que abrangem dezenas de países em simultâneo.
A lógica é simples: quanto maior for a escala da negociação, maior é o poder negocial da FIFA e menor o custo de comercialização. É por isso que, em vez de negociar individualmente com cada televisão africana, a organização prefere vender os direitos para toda a África Subsaariana a operadores especializados, como a New World TV ou a SuperSport, que posteriormente distribuem ou sublicenciam os conteúdos aos diferentes mercados nacionais.
Entre os principais compradores do Mundial de 2026 encontram-se... Leia o artigo integral na edição 880 do Expansão, sexta-feira, dia 12 de Junho de 2026, em papel ou versão digital com pagamento em kwanzas. Saiba mais aqui
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