Saltar para conteúdo da página

Logo Jornal EXPANSÃO

EXPANSÃO - Página Inicial

Opinião

Carga fiscal não petrolífera recuou entre 2002 e 2017 apesar da reforma tributária

Visto do CEIC

Segundo a Teoria Macroeconómica, em economias de mercado os governos exercem essencialmente três funções económicas principais: garantir eficiência económica (ao promover a livre concorrência entre as empresas, mitigar as externalidades negativas e fornecer bens e serviços públicos); promover a equidade usando os impostos e as despesas públicas no sentido de redistribuir rendimentos a camadas da população mais desfavorecidas; garantir a estabilidade macroeconómica e o crescimento económico, usando as políticas fiscal e monetária para o efeito.
O cumprimento destas funções por parte do Governo depende, em grande parte, da sua capacidade de arrecadação das receitas fiscais e da forma como as utiliza ou aplica. Em Angola, como de resto ocorre em outros países ricos em recursos minerais, as receitas fiscais são divididas em duas categorias: as receitas fiscais petrolíferas - todos os impostos que incidem sobre a actividade do sector petrolífero - e as receitas fiscais não petrolíferas - impostos que recaem sobre a actividade económica realizada fora do sector dos petróleos.
Tendo em conta a volatilidade das receitas fiscais petrolíferas, que dependem muito do comportamento do preço do petróleo no mercado internacional, o Governo decidiu executar uma reforma do sistema tributário do sector não petrolífero, com o objectivo de aumentar a base tributária e o nível de arrecadação dos impostos do sector. Para termos uma ideia, entre 2002 e 2011, em termos médios, as receitas fiscais petrolíferas representavam 80% do total das receitas fiscais.


(Leia o artigo na integra na edição 467 do Expansão, de sexta-feira 06 de Abril de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

Logo Jornal EXPANSÃO Newsletter gratuita
Edição da Semana

Receba diariamente por email as principais notícias de Angola e do Mundo