Hoteleiros reclamam da carga fiscal e pedem perdão de impostos
A crise na hotelaria e outros operadores turísticos está a obrigar as empresas do sector do turismo a reinventar-se, apostando no segmento da prestação de serviços. Se os hoteleiros encontraram nas quarentenas o modo de sobrevivência, para as agências de viagens a situação é mais complicada
Os operadores turísticos e empresas que actuam na cadeia do sector do turismo em Angola queixam-se da elevada carga fiscal e pedem perdão de impostos de 2020, alegando que os efeitos da pandemia da Covid-19 afectou a actividade turística em Angola e no mundo.
A crise financeira e a Covid-19 agravaram o desempenho da actividade turística e hoteleira no País, e esta situação faz antever um quadro de incumprimento por parte das empresas que já antecipam dias difíceis porque não vão conseguir pagar o Imposto Industrial e outros tributos ao Fisco.
A presidente da Associação das Agências de Viagens e Operadores Turísticos de Angola (AAVOTA), Catarina Oliveira, explica que a crise continua a afectar as empresas e os operadores do turismo em Angola. A empresária garante ainda que a situação é difícil, mas é possível acreditar em dias melhores para o sector turístico.
(Leia o artigo integral na edição 648 do Expansão, de sexta-feira, dia 29 de Outubro 2021, em papel ou versão digital com pagamento em kwanzas. Saiba mais aqui)











