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Gestão

O efeito perverso da valorização do kwanza sobre a banca comercial

Convidado

Avizinha-se a época destinada à apresentação pública de relatórios e contas dos bancos comerciais da nossa praça, após conclusão do trabalho levado a cabo pelos seus auditores externos.

Por se tratar de um período de alguma tensão interna nas organizações, tendo em conta a expectativa sobre o parecer final do auditor, não deixa de ser um período de algum desgaste para os seus gestores lidarem com este complexo exercício.

Ao que tudo indica, deverá ocorrer uma queda acentuada nos resultados dos bancos comerciais, de forma global. Esta tendência deverá recair maioritariamente sobre os bancos detentores de baixa cota de mercado, e em condição de clara desvantagem face aos denominados bancos colossos do nosso sistema financeiro.

Tendencialmente, de um tempo a esta parte, os resultados dos bancos eram em grande escala alimentados por operações cambiais, num contexto de país maioritariamente importador, com produção interna exígua para satisfazer as necessidades dos consumidores.

Esta tendência crescente dos resultados face às operações cambiais tomou um rumo diferente aquando da intervenção do Banco Nacional de Angola no mercado cambial, com a publicação e aplicação do Aviso n.º 11/2019 que limita as instituições financeiras bancárias à cobrança de até 0,60% de comissão na emissão de transferências interbancárias em moeda estrangeira, com um máximo de 450 EUR, bem como a cobrança de até 70 EUR para despesas totais associadas à operação, apenas para citar estes exemplos de maior relevância...

(Leia o artigo integral na edição 669 do Expansão, de sexta-feira, dia 8 de Abril de 2022, em papel ou versão digital com pagamento em kwanzas. Saiba mais aqui)